O Mosteiro de Alcobaça no centro de Portugal — a extensa fachada cisterciense em pedra calcária de Santa Maria de Alcobaça com a sua rosácea central e torres sineiras geminadas. Classificado como Património Mundial da UNESCO desde 1989, é o local de repouso de D. Pedro I e D. Inês de Castro.

Onde dois túmulos se encontram frente a frente

O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça — a primeira e maior abadia cisterciense de Portugal, fundada em 1153 por D. Afonso Henriques. Os túmulos esculpidos de D. Pedro I e da sua amada assassinada, D. Inês de Castro, encontram-se pé com pé no transepto, dispostos de forma a que no Dia do Juízo Final se vejam primeiro um ao outro.

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  • UNESCO Património Mundial, 1989 — obra-prima cisterciense
  • 1153 Fundado por D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal
  • 106 metres Comprimento da nave cisterciense austera — a maior de Portugal
  • Pedro & Inês Os túmulos da mais célebre história de amor medieval em Portugal

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Adulto (entrada no Mosteiro)

A partir dos 25 anos — ou qualquer idade sem cartão de estudante/sénior

€25

  • Entrada sem filas ao Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça
  • Nave da igreja cisterciense — a maior de Portugal
  • Túmulos do Rei D. Pedro I e de Inês de Castro no transepto
  • Claustro do Silêncio (Claustro de D. Dinis)
  • Refeitório, cozinha, dormitório e sala do capítulo dos monges
  • Bilhete digital — não é necessário imprimir
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Tarifa reduzida (13–24 anos)

Idades entre 13 e 24 anos — é obrigatória a apresentação de cartão de estudante ou documento de identificação com fotografia à entrada

€17

  • Mesmo acesso que o bilhete de Adulto
  • Entrada sem filas na abadia
  • Traga um documento de identificação com fotografia que comprove idade entre 13 e 24 anos — o operador recusa a entrada com tarifa reduzida sem este documento
  • Bilhete digital — não é necessário imprimir
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Sénior (65+)

65+ anos — documento de identificação com fotografia obrigatório à entrada

€17

  • Mesmo acesso que o bilhete de Adulto
  • Entrada sem filas na abadia
  • Traga documento de identificação com fotografia que comprove idade igual ou superior a 65 anos — a entidade gestora recusa o acesso com desconto sem apresentação do mesmo
  • Bilhete digital — não é necessário imprimir
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4.7 de 65 viajantes verificados
Giulia F.
Milão, Itália
“O e-mail pré-chegada explicou a diferença entre as sessões da manhã e da tarde — escolhemos a manhã para evitar a vaga de excursões organizadas da tarde. Conselho inteligente.”
Fevereiro de 2026
Marta G.
Barcelona, Espanha
“O interior da igreja cisterciense é um dos mais belos de Portugal. O briefing da concierge abordou os túmulos de Pedro e Inês antes da nossa visita.”
Março de 2026
Niels V.
Amesterdão, Países Baixos
“Reservámos sábado de manhã e entrámos às 09:15 sem filas. A sugestão da equipa sobre o horário mais cedo estava correta.”
Fevereiro de 2026
  • Reembolso se não conseguirmos entregar
  • Cartões e Apple Pay
  • Confirmação instantânea
  • Concierge no seu idioma

Sobre Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça

O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça foi fundado em 1153 pelo Rei D. Afonso Henriques — o primeiro rei de Portugal — em ação de graças pela conquista de Santarém aos mouros em 1147. Doou as terras de Alcobaça à ordem cisterciense de Bernardo de Claraval, que iniciou a construção de uma nova abadia austera em 1178. A igreja foi sagrada em 1252. Durante os seis séculos seguintes, Alcobaça foi a mais poderosa casa religiosa de Portugal, controlando vastos domínios agrícolas por toda a Estremadura.

Arquitetonicamente, Alcobaça é a expressão mais pura do gótico cisterciense na Península Ibérica. A igreja — com 106 metros de comprimento, a mais longa de Portugal — segue rigorosamente o modelo estabelecido pela ordem: alta, estreita, despojada, com a luz controlada por janelas de clerestório em vez de vitrais, e ausência total de escultura figurativa na nave. As abadias cistercienses foram concebidas para a contemplação na austeridade. O Claustro do Silêncio — acrescentado sob o reinado de D. Dinis em 1308 — é uma das grandes obras da arquitetura medieval portuguesa.

O elemento mais visitado da abadia é o par de túmulos reais no transepto: o Rei D. Pedro I, que faleceu em 1367, e Inês de Castro, a sua amada galega cujo assassinato por ordem da corte em 1355 desencadeou a crise dinástica do final do século XIV. Após a sua ascensão ao trono, D. Pedro mandou exumar Inês, coroá-la postumamente e colocá-la neste par de túmulos esculpidos em pedra calcária, pés com pés, para que no Dia do Juízo Final, quando os mortos ressuscitarem, sejam o primeiro rosto que cada um veja. A UNESCO inscreveu o mosteiro como Património Mundial em 1989.

Informação prática

Morada
Praça 25 de Abril, 2460-018 Alcobaça, Portugal
Como chegar
Alcobaça situa-se cerca de 110 km a norte de Lisboa e 40 km a sul de Batalha, junto à autoestrada A8. De autocarro: a Rede Expressos opera carreiras diárias a partir de Lisboa (Sete Rios) em cerca de 2 horas; o terminal de Alcobaça fica a 10 minutos a pé da abadia. Não existe estação ferroviária em Alcobaça — a mais próxima é Caldas da Rainha, seguida de táxi ou autocarro. A maioria dos visitantes independentes chega de carro alugado ou integrados numa excursão de um dia aos mosteiros do centro de Portugal.
Tempo necessário
Terça a sexta-feira no início da manhã (primeira hora de abertura) é o período mais tranquilo. A meio da manhã chegam os grupos de excursões organizadas. Encerrado às segundas-feiras. A visita completa — igreja, túmulos reais, claustro, cozinha dos monges, dormitório e sala do capítulo — demora entre 75 e 90 minutos a ritmo regular.
O que vestir
Calçado confortável (pedras medievais irregulares). A igreja e o claustro são maioritariamente cobertos. O interior mantém-se fresco durante todo o ano devido à espessura das paredes cistercienses — uma camada leve é útil mesmo no verão. Agradece-se vestuário discreto no espaço sagrado da igreja.
Acessibilidade
A nave da igreja, os túmulos reais no transepto e o piso térreo do Claustro do Silêncio são nivelados. O dormitório dos monges no piso superior tem acesso apenas por escadas. O acesso para cadeiras de rodas está disponível na maioria dos espaços do piso térreo — contacte-nos antes da sua visita para obter indicações sobre o percurso.

Sobre o nosso serviço

Alcobaça Monastery Tickets actua como facilitador para auxiliar visitantes internacionais na aquisição de bilhetes sem filas directamente junto da Museus e Monumentos de Portugal, a entidade oficial. Não revendemos bilhetes — prestamos um serviço personalizado de reserva e apoio em língua inglesa. A taxa do nosso serviço de concierge está incluída no preço apresentado. Para quem preferir adquirir directamente, o portal oficial de bilheteira é bilheteira.museusemonumentos.pt.

Perguntas frequentes

Onde é o ponto de encontro no dia?

Não há ponto de encontro connosco — somos o seu concierge de reservas, não uma visita guiada presencial. Traga o bilhete com código QR que lhe enviaremos por e-mail e dirija-se à entrada do mosteiro na Praça 25 de Abril. Os titulares de bilhetes sem filas utilizam o acesso prioritário; a equipa digitaliza o seu código QR e em poucos minutos estará no interior.

É necessário documento de identificação à entrada?

Apenas para os bilhetes com desconto jovem (13–24) e sénior (65+) — apresente um passaporte ou documento oficial que comprove a sua idade. O bilhete standard de adulto não exige identificação. Crianças com menos de 13 anos entram gratuitamente e não necessitam de bilhete reservado através de nós.

Quem foram Pedro e Inês?

O Rei Pedro I de Portugal (1320–1367) e Inês de Castro (c.1320–1355) foram um dos casais trágicos mais célebres da Europa medieval. Inês era uma nobre galega, dama de companhia de Constança, esposa de Pedro. Após a morte de Constança, os dois viveram publicamente juntos e tiveram quatro filhos. O pai de Pedro, o Rei Afonso IV, temendo a influência castelhana na sucessão, ordenou o assassínio de Inês em Coimbra em 1355. Quando Pedro ascendeu ao trono dois anos depois, mandou exumar o seu corpo, coroá-la, e sepultá-la em túmulos geminados em Alcobaça, colocados frente ao seu próprio.

Por que razão os túmulos estão colocados pés-com-pés?

Assim, na crença cristã do Dia do Juízo Final, quando os mortos se levantarão dos seus túmulos, Pedro e Inês erguer-se-iam e veriam primeiro o rosto um do outro. Esta disposição constitui o gesto mais explicitamente romântico da arte funerária portuguesa. Os dois sarcófagos em pedra calcária estão esculpidos com cenas das suas vidas e da Roda da Fortuna; a inscrição no túmulo de Pedro reza Até ao fim do mundo.

Quem fundou o mosteiro?

O Rei Afonso Henriques — primeiro rei de Portugal — fundou Alcobaça em 1153 como ação de graças pela conquista de Santarém aos Mouros em 1147. Doou as terras à ordem cisterciense de Bernardo de Claraval. A construção iniciou-se em 1178 e a igreja foi consagrada em 1252. Alcobaça foi a primeira casa cisterciense em Portugal e tornou-se a mais poderosa da ordem na Península Ibérica.

O que é a arquitetura cisterciense?

Um ramo rigoroso e austero do românico-gótico desenvolvido pela ordem cisterciense na França do século XII. As abadias cistercienses são altas, estreitas, despojadas, sem escultura figurativa na nave, sem vitrais coloridos além da simples grisalha, com uma ênfase deliberada na luz, proporção e silêncio como auxiliares da contemplação. Alcobaça é a igreja cisterciense mais pura da Península Ibérica — a sua nave de 106 metros é a mais longa de Portugal.

Em que difere Alcobaça de Batalha?

Duas ordens distintas, dois séculos diferentes, duas estéticas opostas. Alcobaça (1153, cisterciense, austera) é contemplativa, despojada, de luz controlada. Batalha (1386, dominicana, gótico tardio português) é exuberante, esculpida, ambiciosa. Muitos visitantes conhecem ambas num único dia a partir de Lisboa — distam 40 km uma da outra, no mesmo circuito de excursões organizadas e de viagem independente.

O que é a cozinha dos monges?

Um dos espaços mais fotografados da abadia. A cozinha cisterciense do século XVIII possui uma vasta chaminé central que se eleva cinco metros acima da lareira, paredes revestidas a azulejo branco e um curso de água desviado do rio próximo que atravessa um canal no pavimento para lavagens e para trazer peixe vivo à mesa dos monges. É uma das cozinhas medievais e posteriores mais invulgares que sobrevivem na Europa.

Quanto tempo demora uma visita?

A maioria dos visitantes passa 75 a 90 minutos no interior. A igreja e os túmulos reais merecem 25 a 30 minutos; o Claustro do Silêncio outros 15 a 20; a cozinha dos monges, o refeitório, o dormitório e a sala do capítulo uns últimos 25 a 30. Os fotógrafos e apaixonados por história passam frequentemente duas horas.

Qual é a melhor altura do dia para visitar?

A primeira hora após a abertura, de terça a sexta-feira. A igreja cisterciense capta maravilhosamente a luz do clerestório a meio da manhã, e os grupos em autocarro que fazem o circuito Lisboa–Fátima–Batalha ainda não chegaram. O período mais movimentado vai do meio da manhã ao início da tarde. Os últimos 90 minutos antes do fecho constituem o segundo melhor período de tranquilidade.

A igreja ainda está ativa?

A comunidade cisterciense de Alcobaça foi dissolvida em 1834, juntamente com todas as ordens religiosas de Portugal. A igreja (Igreja de Santa Maria de Alcobaça) deixou de ser paróquia, mas mantém-se consagrada e é utilizada para celebrações ocasionais. Durante a maior parte do ano funciona como parte integrante da visita ao monumento.

Posso fotografar no interior?

Sim, para uso pessoal, sem flash e sem tripé. Os túmulos reais no transepto e a cozinha dos monges com a sua imponente chaminé são os espaços mais fotografados. Tripés e fotografia comercial exigem autorização prévia do operador.

As crianças com menos de 13 anos entram gratuitamente?

Sim. As crianças com menos de 13 anos entram gratuitamente à entrada — não é necessário bilhete nem reserva através dos nossos serviços. Traga um comprovativo de idade se a altura indicar uma idade ambígua.

E se o dia da minha visita estiver chuvoso?

A igreja, o Claustro do Silêncio e as celas dos monges encontram-se cobertos. A chuva raramente afeta a visita. O percurso de 10 minutos a pé desde a estação rodoviária até à abadia é ao ar livre — traga um guarda-chuva se chegar de autocarro.

Posso alterar a data da minha visita?

Contacte-nos por e-mail com pelo menos 48 horas de antecedência relativamente à data reservada e procederemos à remarcação para qualquer data disponível no calendário do operador, sem custos adicionais. Com menos de 48 horas de antecedência, trocas na mesma semana poderão não ser possíveis, dependendo da disponibilidade do operador.

Há reembolso caso não possa comparecer?

Os bilhetes são emitidos para uma data específica e não são transferíveis após a emissão. Todas as vendas são definitivas. Caso os seus planos se alterem, responda ao seu e-mail de confirmação com pelo menos 48 horas de antecedência e procederemos à remarcação da sua visita para qualquer horário disponível no calendário do operador. Os únicos casos de reembolso dizem respeito a falhas da responsabilidade do operador, como encerramentos não programados.

Posso combinar Alcobaça com Batalha e Tomar num só dia?

Sim — os três são mosteiros portugueses classificados pela UNESCO situados a cerca de uma hora de viagem um do outro, no centro de Portugal. O roteiro clássico de carro a partir de Lisboa contempla Alcobaça primeiro, Batalha a meio da manhã e Tomar à tarde, com regresso a Lisboa ao início da noite. Reservamos bilhetes para os três monumentos; responda à sua confirmação e trataremos de todo o conjunto.

Existe estacionamento junto à abadia?

Sim — há estacionamento público disponível na Praça 25 de Abril, diretamente em frente à abadia, e nas ruas a norte e a leste. O estacionamento é normalmente gratuito fora das zonas de pagamento assinaladas. A praça principal em frente à abadia enche a partir de meio da manhã aos fins de semana de verão; chegue cedo ou utilize as ruas um quarteirão mais atrás.